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Ocotea foetens
(Aiton) Baill.












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anterior a 1990 ou s.d.
escapado de cultivo
extinto
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Detalhes
Ecologia
Uma das árvores características (e, às vezes, dominante) da laurissilva mais húmida, sobretudo acima dos 600 m de altitude.
Observações
Trata-se de um endemismo canário-madeirense. É a árvore dominante da laurissilva temperada (Clethro arboreae-Ocoteetum foetentis).
Foi identificado na flora fóssil de São Jorge (Santana), atestando a existência de laurissilva na Madeira desde o Gelasiano, há pelo menos 1,8 milhões de anos (Góis-Marques et al. 2018).
O género Ocotea está presente no registo fóssil do Oligoceno Tardio ao Plioceno da Europa Continental (Kondraskov et al. 2015). Por conseguinte, o til poderá corresponder a uma linhagem reliquial, a um paleoendemismo.
Ocotea foetens é o grupo irmão das restantes espécies do género distribuídas pela África Tropical, Madagáscar e outras ilhas do Índico Ocidental (Trofimov & Rohwer 2020).
A face inferior das folhas contém acarodomácias na forma de pequenas criptas revestidas com pelos (Nickol 1998).
Foi identificado na flora fóssil de São Jorge (Santana), atestando a existência de laurissilva na Madeira desde o Gelasiano, há pelo menos 1,8 milhões de anos (Góis-Marques et al. 2018).
O género Ocotea está presente no registo fóssil do Oligoceno Tardio ao Plioceno da Europa Continental (Kondraskov et al. 2015). Por conseguinte, o til poderá corresponder a uma linhagem reliquial, a um paleoendemismo.
Ocotea foetens é o grupo irmão das restantes espécies do género distribuídas pela África Tropical, Madagáscar e outras ilhas do Índico Ocidental (Trofimov & Rohwer 2020).
A face inferior das folhas contém acarodomácias na forma de pequenas criptas revestidas com pelos (Nickol 1998).
Tipo biológico
Fanerófito
Bibliografia
- Characterization of the domatia of Apollonias (Lauraceae) on the Atlantic Islands
M. G. Nickol (1998). Boletim do Museu Municipal do Funchal, Suplemento no. 5: 273–281. - Biogeography of mediterranean hotspot biodiversity: re-evaluating the 'tertiary relict' hypothesis of macaronesian laurel forests
Kondraskov et al. (2015). PloS one, 10(7): e0132091. - Inventory and review of the Mio–Pleistocene São Jorge flora (Madeira Island, Portugal): palaeoecological and biogeographical implications.
C. A. Góis-Marques et al. (2018). Journal of Systematic Palaeontology, 16(2), 159–177. - Towards a phylogenetic classification of the Ocotea complex (Lauraceae): an analysis with emphasis on the Old World taxa and description of the new genus Kuloa.
D. Trofimov & J. G. Rohwer (2020). Botanical Journal of the Linnean Society, 192(3), 510–535.
Dados
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